“O Curso de Casamento foi muito útil para ajudar o meu marido e eu a entendermos–nos um ao outro, ao aprender a respeitarmos um ao outro, ao mostrar a honestidade e a confiança, e falar quando estamos irritados e não guardar rancor.
“Estávamos à beira da separação, a pensar que não havia maneira de reparar o dano. Uma das coisas que falta na tradição Africana é comunicação, já que o marido está sempre no comando e certo em todos os aspectos. Na nossa cultura, os homens são dominantes, as mulheres têm vergonha de expressar os seus sentimentos, e na maioria dos casos, isso resulta em divórcios. Não temos conselheiros matrimoniais para reparar casamentos.
“Agradeço muito à Igreja de Scientology. Depois de ler este folheto, cheguei a aprender e compreender que o casamento é o alicerce de uma unidade familiar.” — J.F.
“Quando eu estava a enfrentar desafios no meu casamento, eu pensei que estava a ir para o divórcio até que eu descobri os Ministros Voluntários na internet. A minha vida era muito infeliz, e eu nunca tive momentos felizes com o meu marido.
“Ao fazer o Curso de Casamento, descobri–me a mim mesma mais uma vez e eu tenho a minha força renovada. Eu acabei por ficar mais capaz de falar com as pessoas que têm problemas de casamento e de ser um conselheira, fornecendo–lhes informação (folhetos). No momento em que comecei a compartilhar as informações, encontrei–me a querer estar casada, não divorciada, e eu percebi que os problemas podem ser resolvidos e as pessoas podem começar uma nova vida depois de passar por terríveis maus bocados se eles receberem as informações necessárias para resolver as suas diferenças.
“Estar casada é uma honra e ao comunicar tem–se o melhor casamento que nunca. Eu era uma má comunicadora, mas agradeço aos incentivos dos Ministros Voluntários para as práticas, se você segui–las vai descobrir–se a si mesmo mais uma vez.
Não há nada impossível num casamento, desde que você tenha a informação dos Ministros Voluntários. Sou uma pessoa nova e mudada e os meus outros amigos que tinham os mesmos problemas estão também a começar a apreciar os seus casamentos. — J. M.

